Varejo paranaense cresceu em julho

13 set 2017

O varejo paranaense começou a dar sinais de melhora em julho. Segundo a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), houve alta de 3,75% no faturamento no mês de julho na comparação com igual período do ano passado.

Essa recuperação foi motivada pelos setores de móveis, decorações e utilidades domésticas (40,02%), lojas de departamentos (32,89%), calçados (9,14%), concessionárias de veículos (5,27%) e vestuário e tecidos (4,68%).

Na variação mensal, de junho para julho, também houve aumento no faturamento, de 2,5%. As vendas do acumulado do ano ainda continuam negativas, mas apresentaram reação positiva. Em junho o varejo acumulava perda de 2,64% e em julho a queda foi menor, de 1,32%.

Análise regional

Entre as seis regiões analisadas pela pesquisa, praticamente todas – exceto Maringá –, saíram do vermelho. Na comparação entre julho deste ano com o mesmo mês de 2016, as vendas da região Oeste cresceram 7,13%, principalmente em função da safra de inverno, alavancadas lojas de departamentos (40,75%), vestuário e tecidos (37,34%), concessionários de veículos (25,4%), materiais de construção (13,2%) e supermercados (7,17%).

Em Londrina houve alta de 5,27%, com destaque para as lojas de departamentos (61,07%), combustíveis (30,95%), móveis, decorações e utilidades (15,91%) e calçados (14,96%).

Curitiba e Região Metropolitana registrou aumento de 4,4% no faturamento, motivado por móveis, decorações e utilidades domésticas (59,65%), lojas de departamentos (15,57%) e pela retomada na venda de automóveis (3,36%).

Com 3,02% positivos, os melhores resultados na região Sudoeste foram obtidos pelas lojas de departamentos (57,41%), óticas, cine-foto-som (54,03%) e pelas concessionárias de veículos (6,64%).

Ainda que tímido, Ponta Grossa teve crescimento de 0,26% nas vendas. Destaque para os setores de calçados (60,57%), lojas de departamentos (37,01%), autopeças (26,18%) e móveis, decorações e utilidades domésticas (10,92%).

Maringá foi a única região a apresentar perda, com -5,37%, apesar do aumento significativo nas vendas de lojas de departamentos (56,26%).

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