Programa de compliance é implantado na Fecomérico PR

29 ago 2017

Durante a 188 reunião do Conselho da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) realizada na tarde de ontem (28/8), o ex-superintendente do Sebrae/PR, consultor e CO da Eticca Compliance, Allan Costa, foi convidado para apresentar aos presentes o Programa de Compliance recém-implantado na entidade. O termo em inglês corresponde à integridade na prática de negócios de organizações.

As práticas de compliance são recomendadas pelos órgãos de controle, como o Ministério da Transparência, e orientam as empresas a conduzirem suas atividades de maneira ética, íntegra e correta. De acordo com Costa, programas dessa natureza eram uma preocupação apenas de grandes organizações, porém, com a provação da Lei Anticorrupção, Lei 12.846/2013, empresas e instituições de qualquer porte também passaram a implantar esse modelo em seus negócios. “O mercado de compliance era muito bem atendido no que diz respeito a consultorias a grandes empresas, mas nós acreditávamos que era preciso criar uma forma de ser acessível a organizações de qualquer porte. Desenvolvemos um processo que colocou todas essas práticas em nuvem, na internet. Criamos um sistema que está disponível online, com mecanismos de controle, de auditoria e segurança, que ganha em escala e baixo custo, tornando o programa acessível a qualquer segmento e qualquer porte”, resumiu.

De acordo com ele, quando há uma situação de não conformidade dentro da empresa, esse programa se torna necessário. “Quando algum funcionário, por exemplo, está envolvido em um sistema de corrupção ativo ou passivo, e isso for comprovado, pode acarretar uma multa a empresa de 20% do seu faturamento anual. A única maneira que as empresas tem de se prevenir é tendo programas de compliance implantado”, observa Allan Costa. Ele explica que o programa tem foco em todas as práticas da empresa naquilo que se relaciona a seus contratos, planos de risco, e outras particularidades de seus negócios: atores que interagem com o mercado, com fornecedores, etc.. “Esses pontos são mapeados, diagnosticados e se faz uma avaliação para que as práticas que forem consideradas vulneráveis deixem de ser, por meio da de adequação de processos”, comentou.

O compliance também prevê que a empresa tenha um código de ética e de conduta claramente definidos e implantados. Mas, segundo o CO da Eticca Compliance, só implantar não basta, pois todos os colaboradores precisam ser treinados e certificados nessas práticas, além de ser necessária a manutenção do programa. “A Fecomércio foi um dos nossos primeiros cases de implantação do programa no Paraná. Foi um processo extremamente bem sucedido, porque felizmente havia muito pouco a se fazer do ponto de vista da adequação de processos. Isso não é surpresa, porque o Piana sempre zelou pelas práticas de transparência e integridade, e o que a Eticca teve o trabalho de fazer foi apenas certificar essas práticas e indicar eventuais ajustes. Nós acreditamos que, desta forma, estamos contribuindo para que a Fecomércio continue dando o exemplo e sendo referência no Brasil, entre tantas outras coisas, também em relação a suas práticas de negócio íntegras, corretas,éticas e transparentes”, apontou Costa.

O programa de compliance foi implantado na entidade pela Eticca Compliance de forma gratuita.

Conheça o programa e a empresa aqui.